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Conto tentador: A primeira pulada de cerca

Olá, meu nome é Mia. Esse conto é de uma adolescente de 17 anos na época, cabelos castanhos claros e grande, olhos castanhos e cintura fininha. Eu fazia cursinho pré-vestibular. Meu curso era aos finais de semana, em uma outra cidade. 

Então, no sábado, bem cedo, eu acordava nua ao lado do meu namorado (quer dizer, ele preferia ir bater perna, então geralmente, acordava sozinha), tomava um banho e me arrumava pra passar o dia estudando. Eu e minhas amigas, pegávamos o ônibus até a outra cidade. E bem no começo, nós estávamos conhecendo os professores de cada matéria, e me entra aquele cara, com cerca de 1,80m, 23 anos, loiro, com braços musculosos, sem exagero (a camisa estava apertada). O cara, era professor de história e sociologia. Um nerd, delicioso, de aulas que prendiam atenção de qualquer um. 

Mas tudo bem, todos as outras meninas solteiras e feito urubus em cima dele, comigo não aconteceria nada. Até chegar uma solicitação de amizade no facebook, porque ele havia procurado meu crachá na diretoria ora encontrar meu perfil, conversamos por muitos dias, cada conversa melhor que a outra Ele era uma mistura de, o cara mais intelectual que ja conheci com o cara mais delicioso e desejado por mim. A inteligência dele me deixava molhada. Falávamos sobre tudo, e trocávamos fotos também. Era de lei todos os dias ir ao espelho, e tirar uma foto, não mostrando tudo, pra deixar o ar de mistério. Mas adorava exibir minhas curvas pra ele. 

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Em uma dessas conversas, decidimos que íamos sair, porque, cá entre nós, éramos fogo puro. Marcamos, e  matei aula. Ficou combinado de eu espera-ló na Praça, detalhe, a professora de biologia apareceu e sentou -se ao meu lado porque estava esperando o namorado. Meu coração disparou, porra, não quero nem pensar se meu professor preferido chega pra me buscar e ela o ver. Talvez, eu deva ir embora e dar uma desculpa qualquer, vai que isso vaza, meu namorado fica sabendo. Peguei um taxi e o encontro em outro lugar. La estava ele, em sua moto, parado do outro lado da rua. E me pergunto, como alguém pode ser tão sexy sem se esforçar? Subi naquela moto, nervosa, porém feliz, quero dizer, excitada – mas deve ser a mesma coisa. 

Chegando no motel, ele tirou cada peça minha com muito cuidado, me beijava tão doce, beijava meu pescoço, meus seios, minha barriga, ate que… ahhh, ele me chupou como se chupa uma fruta doce e madura. Ele tinha um cabelo cheio e liso, meus dedos escorregava, e guiava a cabeça em uma leve sugestão pra não parar. Eu me entreguei. Me pus de joelhos na cama, já sem calcinha, e ele abriu o fecho do sutiã, a peça caiu e ele me olhou, tão orgulhoso pois meus seios pertenciam a ele. Me inclinei e bem na minha frente havia um pau generoso, onde meus lábios escorregavam suave, tão perfeito pra mim. Feito pra mim. Me deitei, e ele olhando nos meus olhos introduziu seu pau duro. Eu senti entrando, cada milímetro do prazer. Minhas unhas, cravadas na pele de suas costas. 

Fui interrompida, pra ficar em pé, encostada na parede, com ele de frente pra mim. Ele levantou minha perna, e houve um encaixe. Ele me fudeu, em uma posição que eu não imaginava que poderia. E foi tão gostoso, eu pudia beija-lo, sentir sua respiração, ver a sua boca abrir e gemer de prazer, e ainda escuta-lo dizendo que sou a aluna preferida. Transamos a tarde toda. Depois daquela tarde de prazer, fui pra casa, desci do ônibus  onde meu namorado estava me esperando, e eu sorria porque ainda sentia a sensação boa dele me comer.

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Publicado por temptationsoficial

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