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Conto Tentador: Era meu aniversário

Conto Tentador

Meu aniversário começou igual a todos os outros, fui cedo para a faculdade, almocei com os amigos, era um dia comum nunca fui de comemorar essas datas. O relógio marcava 17 horas quando ela me mandou uma mensagem, “vamos comemorar seu niver hoje? ”. “No que vc está pensando? ” Enviei de volta, “vamos pegar um motel”, “kkkkk, caraio nunca fui em um motel”, “sério? Kkkkk bora sua primeira vez vai ser comigo”. Pesquisei um motel próximo e assim combinamos a hora em que íamos nos encontrar, ela saía do trabalho ás 20 horas. E por volta das 21 saí da faculdade e fui até a praça onde a gente ia se encontrar, mandei mensagem e ela disse que ia passar no supermercado primeiro, perguntei qual e fui encontrá-la. Topei com ela na seção de vinhos e cidra, estava linda, eu deveria ter lhe dito, cabelo volumoso e cacheado, seu batom vermelho, o vestido apertado delineando as curvas que sempre gostei, o decote, era meu dia de sorte. Ela pegou uma garrafa de cidra e uma caixinha de morangos, pagamos e saímos.

Subimos para o motel, escolhemos uma suíte chamada “pole dance”. A situação era nova para mim, e ela zoava com a minha cara por conta disso. Entramos no quarto, cama, hidro, espelhos em todas as paredes, sauna, um puff erótico e uma barra de pole dance. Ela pegou dois copos e despejou a cidra, bebemos e nos beijamos. Me pediu que fosse até a hidro e deixasse a água ligada, assim fiz, quando olhei para trás a encontrei sentada na cama, cheguei bem próximo, me curvei e encostei meus lábios aos dela. Beijos. Apertos. Unhas em minhas costas e suas pernas me entrelaçavam. Ela me mordia os lábios, o pescoço, enquanto minhas mãos lhe alisavam as coxas.

Me pus sentado sobre a cama e ela sobre minhas coxas, nossos lábios não se desgrudavam por um minuto se quer. Me deixava louco quando ela começava a rebolar nessa posição, e assim ela fez. Procurei suas mãos e icei seus braços, fui descendo meus dedos alisando todo o seu corpo, seus seios, sua barriga, até encontrar o final do vestido e vagarosamente comecei a levanta-lo, o atirei do outro lado do quarto. Minha boca foi até seus seios, os mordi e os beijei suavemente. Ela me jogou sobre a cama e deitou-se sobre mim, arrancou minha camisa fora e agora era a vez dela de me deixar marcas. Começou no pescoço, depois no peito, e foi descendo cada vez mais. Abriu meu cinto e arrancou o resto das minhas roupas, me tomou pelas mãos e me fez deitar sobre o puff erótico, eu fui em outro mundo enquanto ela me masturbava e me ponha na boca. Meu corpo se inclinava totalmente sobre o puff e de cabeça para baixo eu via nosso reflexo do outro lado do quarto, os olhos dela procurando os meus enquanto sua língua não parava. Eu estava sobre seu total controle, era o que ela mais gostava.

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Inclinei-me para frente tomei seu rosto com minhas mãos a trouxe para mais perto e a beijei, me pus de pé e a levei para a cama, eu estava doido para penetra-la, deitei de costas e ela veio por cima. Sentou-se sobre meu corpo e meu pau que já estava todo melado lhe entrou perfeitamente, seus movimentos circulares e verticais me dominavam, estava preso a ela. Se inclinou para trás e pousou as mãos sobre meus joelhos, ela não parava, levei meu polegar direito até seu clitóris e seus gemidos começaram a ficar mais intensos. Nas quatro paredes em via o reflexo do seu corpo se contorcendo.

Quis tomar o controle, tirei seu corpo de cima do meu e a coloquei de quatro sobre a cama, ela pousou a cabeça sobre o travesseiro e levantou o resto do corpo, ficava perfeita nessa posição. Aproximei-me, lambi dois dedos e penetrei seu corpo, enquanto entrava e saia eu lhe beijava as nádegas e deixava marcas de mordidas. Seu êxtase alimentava o meu, com a mão esquerda lhe mantive naquela posição e com a direita esfregava meu pau na sua buceta até o momento em que a adentrei. Com as mãos apertando sua cintura, lhe afundando a carne, minhas ações não paravam. Meu corpo à flor da pele e quase sem fôlego, ela gemendo e ofegante, sucumbimos, abaixo de nós o lençol já estava ensopado de suor e gozo. Enquanto a água da hidro inundava o quarto.

Por: Vieira, R.

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