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Conto Tentador: Tequila Camila

Conto Tentador

Jack Rock Bar. Paredes no puro negro. Cover do Charlie Brown Jr. Whisky. Caipirinha. Tequila. Sexo. Esses eram os ingredientes do ambiente onde nos encontrávamos, eu e Camila. Comemorávamos o aniversário dela, 22 anos se não me engano (risos). A noite já se encontrava perto do fim, já havíamos conversado por horas e a banda já se preparava para a saideira, assim como nós.

_ Bora para a saideira? – Perguntei.

_ O que você sugere? – Incerta ela retribui com outra pergunta.

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_ Tequilaa…

O Sorriso dela era exatamente a resposta que procurava. Segurei-a pelas mãos (de um jeito ou de outro não queria perde-la naquela noite) e atravessamos a multidão, íamos de encontro ao bar da casa. Virei para o barman e lhe pedi duas doses de tequila, sal e limão. Em instantes já haviam duas doses a nossa frente, ao lado de pacotinhos com sal e dois quartos de um limão.

_ Primeiro a aniversariante – sugeri bem-humorado. Peguei uma das doses lhe entreguei – conhece a ordem né?!

_ Claro que conheço! – Ela esticou a mão direita me exibindo o espaço entre o dedão e o indicador.

_ Perfeito – abri o pacote de sal e despejei um pouco em sua mão.

Ela levou a mão de encontro a boca e lambeu suavemente o sal. Eu arrepiei conforme a língua passava entre os dedos. Ela sabia. De uma só vez virou a dose garganta abaixo, pegou o limão no prato ao lado e o colocou nos lábios. Eu arrepiei novamente.

_ Sua vez – disse Camila. Palavras essas que saíram mais como uma ordem do que como uma sugestão, mas eu gostei disso. Ela deu dois passos para trás e sentou-se em uma das cadeiras de frente ao balcão – Sua dose – depositou o copo em minhas mãos – Mas primei você vai lamber o sal – dizia isso enquanto inclinava a cabeça para a direita e derramava o cabelo para o mesmo lado – no meu pescoço – automaticamente espalhará um pouco de sal sobre seu corpo.

_Assim que eu gosto – não hesitei.

Dei um passo à frente (um pouco nervoso em confesso), aproximei meus lábios ao pescoço dela, conseguia sentir a respiração ofegante (quase tão forte quanto a minha) e o coração que faltava pouco para lhe saltar pela boca. Tentando ser meigo de alguma forma eu subia a língua em busca de sal em corpo, cheguei até a orelha e talvez por efeito de alguma das bebidas lhe mordi a orelha. Ela se contorceu arrepiada. Fechei os olhos, virei a dose, olhei para o balcão e….

_Uai, cadê o limão?

_Tá aqui – ela abriu a boca e me exibe metade do meu pedaço de limão.

Apenas dei um sorriso e um passo à frente, e meus lábios já estavam amando os dela. Virei a cabeça para trás cuspi o limão que nos atrapalhava e voltei a beija-la. Seus braços estavam por cima dos meus ombros, enquanto minhas mãos lhe agarravam a cintura e aproximavam seu sexo ao meu. As pernas dela se entrelaçavam por trás das minhas coxas e apenas aproximavam mais meu corpo ao dela. Tesão. Não tinha palavra melhor para descrever aquele momento. Ambos sabíamos que tínhamos que sair dali o mais rápido possível, tínhamos que nos permitir, tínhamos que ceder a nós mesmos.

Saímos da casa. Entramos no primeiro táxi que encontramos (me faltava muito pouco para fode-la ali mesmo), e para a minha surpresa foi ela quem deu o endereço de um motel próximo ao taxista. Me pergunto se ela já sabia o caminho por já ter visito o local (o que não tem problema algum), ou “fez o dever de casa” antes de sair comigo naquela noite. Cerca de 6 minutos depois já estávamos dentro de um quarto. Paredes vermelhas. Cama circular. Quadros Exóticos. Espelho no teto. Clichê, exceto pelo casal que lá se encontrava e pela noite que ambos teriam.

Arremessei minha jaqueta em um canto qualquer. Meus nervos estavam à flor da pele, ansiedade somada aos meus hormônios me dominavam. Meiga como sempre, Camila percebeu. Segurou forte minha mão esquerda e beijou-me delicadamente. Isso me fez esquecer o que me prendia. Retribui o beijo. Novamente estávamos abraçados e nos contorcendo no sabor do encontro de nossos lábios. Sem soltar um ao outro nos arrastamos até a cama, ela deitou de costas e eu pousei sobre ela. E independentemente dos movimentos que exercíamos nossos lábios não se separavam. Beijos. Mordidas. Pescoços. Lábios. Gritos. Gemidos. Arrepios. Sem tirar os olhos dos dela me afastei, como se quisesse pausar aquele breve momento (ela estava linda), me portei de joelhos sobre a cama e arranquei minha camisa para fora do corpo. Sensualmente Camila engatinhou ao meu encontro, passou as mãos sobre o volume em minha calça, abriu meu cinto, desceu minhas vestes e introduziu meu pênis aos seus lábios. Minhas roupas já eram.

Passei a mão direita delicadamente sobre os cabelos que lhe cobriam a orelha esquerda e a afastei de mim. Nesse exato momento ela olhou para cima, diretamente em meus olhos, curvei meu corpo e mordi seus lábios. Agora era a minha vez. A virei de costas para mim, elevei seus braços, abri o zíper do seu vestido tomara que caia e o subi até o topo de sua cabeça. O joguei longe. A calcinha vermelha era tudo o que nos separava. Tattoo. Era uma linda coruja que lhe cobria a nuca, isso só me dava mais vontade de adentra-la. Comecei beijando-a pelo pescoço, pelas costas e subi até a nuca novamente. Segurei-a pelo pescoço e a atrai para mais perto de mim. Nossa respiração já estava sincronizada. A atirei de costas na cama, eu estava sobre ela. Desci os lábios de encontro aos seus seios, beijei, mordi, chupei, apertei. E conforme eu ia descendo, o êxtase dela subia. Cheguei a onde quis estar a noite inteira. Não quis arrancar a sua última peça de roupa, apenas a puxei de lado e maravilhei com seus lábios rosados.

Lambi dois dos meus dedos, o anelar e o médio e os introduzi. O gemido dela foi maior. Enquanto meus dedos se divertiam, minha língua rondava-lhe o clitóris. Mel já pingava na cama, e eu queria aquele gosto e minha boca. Afastei os dedos e aproximei a língua. Era doce. Minhas mãos apertavam sua coxas que ela tanto adora, o resto do corpo bailava em agonia sobre a cama.

Me portei de joelhos, e ela mesmo abriu suas pernas me chamando. Com a mão esquerda a peguei pela cintura a arrastei em minha direção, já com a direita segurei meu pau e meti. Estávamos mais em sincronia do que nunca. Olhares. Desejos. Porra. Gritos. Transa.

Deitei meu corpo sobre o dela. Calor. Beijos. Unhas. Minhas costas já estavam arranhadas e perfuradas. Ela girou sobre mim. Camila mandava. Seus movimentos eram perfeitos. Minhas mãos se entrelaçaram as dela, dedos encaixados entre dedos, o equilíbrio que ela buscará. Estávamos nos auge. Puxei-a para mais perto, queria lhe beijar mais uma vez. Ela cedeu. Minhas mãos desceram até suas nádegas, onde fazia-a descer e subir sobre meu pau. Os movimentos não paravam.

Simultaneidade nossas pernas sucumbiam após nossos atos. Gozamos. Ela me olhou nos olhos, me beijou e repousou ao me lado. Me portei de perfil a cama e de frente a ela, passei a mão pelo pescoço a puxei para perto e toquei mais uma vez seus lábios. Eles eram melhores a cada momento. E ali ficamos. Apenas na simplicidade do olhar do amante.

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